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Cursistas: Daniela Fontana Almenara

                  Waldineide Rosas dos Santos

                  Ana Quiovetti do Nascimento

Grupo: Interação Total

Disciplina: Inclusão e Tecnologias Assistivas

Unidade 5  – Deficiências Mentais

Turma: RO06ITA

Professora Mediadora: Nivia Pereira Maseri de Moraes

Atividade 3: Apresentação do Seminário  

:: Postado por interacaototal às 18h35

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A Síndrome de Down

A Síndrome de Down ou trissomia do 21, é o distúrbio cromossômico mais comum e a forma mais comum de deficiência mental congênita. É chamada de Trissomia do Cromossomo 21, por causa do excesso de material genético do cromossomo 21, que ao invés de apresentar dois cromossomos 21 o portador da S.D. possui três. Geralmente pode ser diagnosticada ao nascimento ou logo depois, por suas características dismórficas, que variam entre os pacientes, e que produzem um fenótipo distintivo.

A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.

Portadores de síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.

Dentre as principais Características da Síndrome de Down, pode-se destacar: Retardo mental, Fraqueza muscular, Anomalia cardíaca, Baixa estatura, Olhos com fendas palpebrais oblíquas, Perfil achatado e Prega única na palma da mão.

A síndrome de Down é um evento genético natural e universal, estando presente em todas as raças e classes sociais no entanto é importante que mulheres muito jovens ou com mais de 35 anos que desejam engravidar busquem orientação médica. Hoje existem exames que detectam a síndrome nas primeiras semanas de gestação, é por isso que o pré-natal é muito importante, para que se tomem as medidas necessárias para que a criança nasça nas melhores condições possíveis e que ao nascer comece um tratamento para desenvolver melhor os músculos, o raciocínio, entre outros. É muito importante que os pais tenham acompanhamento psicólogo para que o profissional trabalhe o emocional deles em relação ao filho.

:: Postado por interacaototal às 16h32

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Informações sobre a Síndrome de Down

E para ilustrar melhor essas informações postamos aqui um slideshare chamado Como Entendemos a Síndrome de Down, retirado do blog

http://sindromedownpuc.blogspot.com/2007/05/blog-post_20.html

 

Sindromedown Grupo F Rs 01
View more presentations from marlidf.

:: Postado por interacaototal às 01h41

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Incluindo alunos com Síndrome de Down no Ensino Fundamental

Assistam o vídeo Compartilhar o Afeto – Educação Inclusiva, e vejam o Depoimento de um pai (Fábio Adiron), a respeito da procura da escola para seu filho. Como é a melhor forma de educar uma criança com síndrome de Down e como foi o caso de seu filho Samuel.

http://videolog.uol.com.br/video.php?id=295253

Cada vez mais a inclusão de crianças com Síndrome de Down nas escolas da rede regular de ensino tem acontecido. Fatores como a pressão dos pais com o apoio de organizações voluntárias encorajaram desde 1981 a secretaria de educação a integrar alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas comuns se os pais assim o desejassem e mais recentemente, um documento de 1997 propôs que alunos com necessidades educacionais especiais deveriam estar em escolas comuns.  

Isso, inevitavelmente, preocupa os professores e os deixa apreensivos, no entanto a experiência tem que a maioria dos professores têm as ferramentas necessárias para entender as necessidades específicas destas crianças e são capazes de ensiná-los efetivamente e com sensibilidade. 

:: Postado por interacaototal às 01h35

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Inclusão? Por quê?

Muitas pesquisas tem sido publicadas, demonstrando que o conhecimento sobre as capacidades de crianças com Síndrome de Down e o potencial de serem incluídos com sucesso tem aumentado. Os pais, hoje mais informados sobre os benefícios da inclusão, tem procurado matricular seus filhos na escola regular, uma vez que isso traz tanto benefícios acadêmicos quanto sociais, já que comprovadamente elas se desenvolvem melhor quando trabalham num ambiente inclusivo, onde tem  oportunidades diárias de conviver com crianças que apresentam desenvolvimento típico, o que proporciona modelos para comportamento de acordo com a faixa etária. A educação inclusiva proporciona a oportunidade de desenvolver relações com outras crianças de sua própria comunidade e ir à escola comum é um passo chave em direção à inclusão na vida comunitária e na sociedade como um todo. 

A inclusão, quando bem-sucedida, torna-se um passo importante para que crianças com necessidades educacionais especiais se tornem membros plenos e contributivos da comunidade, e a sociedade como um todo se beneficia disso. Além do mais, os colegas com desenvolvimento típico ganham conhecimento sobre deficiência, tolerância e aprendem como defender e apoiar outras crianças com necessidades educacionais especiais.

Importância da Atitude Positiva

Para que a inclusão seja bem-sucedida, o principal ingrediente é a vontade que ela aconteça. Manter uma atitude positiva, isso por parte tanto de pais como da escola, faz com que sempre se esteja buscando soluções para os problemas que aparecerão. As escolas precisam de uma política clara e sensível sobre inclusão, e os componentes da Equipe Gestora devem ser comprometidos com esta política, apoiando seus funcionários e ajudando-os a desenvolver novas soluções em suas salas de aula. 

:: Postado por interacaototal às 01h32

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Folheto sobre Perfil de Aprendizagem da Criança com Síndrome de Down

Encontramos na internet um folheto produzido por Sandy Alton, da Down´s Syndrome Association, e distribuído pelo Ministério da Educação britânico, que traça um perfil de aprendizagem da criança com Síndrome de Down. Pensamos que a leitura é essencial a todos os professores para que saibamos lidar com essas crianças em sala de aula e realmente promover a inclusão. Como o folheto era bastante extenso, fizemos uma reformulação a fim de passar as informações mais importantes e republicamos utilizando o Google Docs. O documento pode ser acessado no link abaixo:

http://docs.google.com/View?id=dsf28j9_54gw4bv5fr

 

 

:: Postado por interacaototal às 01h31

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Depoimento de uma professora

Meu Aluno com Síndrome de Down: Um Tesouro no Final do Arco-Íris.

O link abaixo apresenta o depoimento da professora Cheila Aparecida de Jesus, Professora do ensino fundamental, falando um pouco sobre sua experiência com um aluno com a Síndrome de Down. O depoimento traz informações bastante valiosas aos professores e também mostra a importância de estudar, buscar novas alternativas e criar situações para favorecer o aprendizado dos nossos alunos.

http://www.bengalalegal.com/meualuno.php

 

:: Postado por interacaototal às 01h27

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Síndrome de Down e a Escola

 

Uma das maiores aflições que envolve os pais de crianças com síndrome de Down consiste no desenvolvimento do potencial cognitivo da criança, visto que esta síndrome traz como conseqüência uma deficiência intelectual. Em função disto, a entrada dos filhos na escola, tanto na educação infantil, quanto no ensino fundamental, representam momentos marcantes para os seus pais.


Estes dois momentos são distintos e geram ansiedades específicas. A entrada da criança na pré-escola suscita nos pais temores ligados a sua adaptação e proteção, visto que ela sairia do seu ambiente e teria que enfrentar a "vida como ela é" do lado de fora. Em contrapartida, sabemos que a entrada, da criança com síndrome de Down, na educação infantil regular é muito positiva, principalmente quando a inclusão é bem feita, pois a sua socialização começa a se dar de maneira muito fluida. Por exemplo, ela terá que brigar pelos brinquedos e tentar se expressar, nas mesmas condições das crianças consideradas "normais" e isto ajuda muito no seu desenvolvimento, principalmente no que diz respeito a cognição, a linguagem, as habilidades motoras e a socialização. Acreditamos que colocar uma criança com síndrome de Down em uma escola regular é dar-lhe a mesma chance que todas as crianças têm de desenvolver o seu potencial cognitivo e sócio-afetivo.


No entanto, quando o aluno com síndrome de Down, sai do segmento da educação infantil e entra no ensino fundamental, começam a surgir novas questões que sensibilizam pais e educadores. Isto porque com o passar dos anos a deficência intelectual fica mais evidente e, por mais estimulada que a criança tenha sido, ela irá enfrentar alguns obstáculos na fase do ensino formal, como, por exemplo, na alfabetização. O que acontece é que as funções cognitivas do portador da síndrome de Down podem funcionar de maneira diferente, sua atenção, concentração e memória podem ter um outro timing das crianças consideradas "normais". Neste momento, muitos pais ficam em dúvida entre a escola de ensino regular e a escola especial. Consideramos importante também salientar que o nosso modelo de educação tem um padrão que não contribui muito para a inclusão. Com freqüência, percebemos boas experiências de inclusão em escolas consideradas "alternativas", são as escolas construtivistas, as montessorianas, e outras.


Se de um lado, a criança portadora da síndrome de Down tem muito a ganhar em termos sócio-afetivos permanecendo no ensino regular, na maioria das vezes, estas escolas têm poucas alternativas para oferecer a estes alunos na apreensão dos conteúdos em sala de aula. Em contraste, as escolas especiais que, cada vez são mais escassas, colocam a criança em um ambiente muito protegido e algumas vezes segregador, no entanto, foca-se mais no seu aprendizado formal, usando as ferramentas adequadas para a sua aprendizagem. Então, por que lado optar?


Neste momento, a angústia costuma ser grande e costumamos dizer que infelizmente ou felizmente não há uma "receita de bolo" para estes casos. As crianças com síndrome de Down, assim como outra criança qualquer, são muito diferentes entre si, tanto acerca da sua personalidade, quanto em relação aos diversos e variados interesses e habilidades.


Assim, os pais para escolherem o tipo de escola que vão colocar os filhos terão que pensar nas habilidades e interesses da criança, tendo coerência com as crenças e modelos familiares. Mas, não deveria ser assim com qualquer filho? Tem pais que optam por escolas mais rígidas, outros escolas religiosas, outros por escolas mais liberais e nós sabemos que estas escolhas são fortemente conectadas a visão de mundo dos próprios pais e aquilo que eles projetam para os seus filhos.


A escolha deve ser dos pais. Algumas vezes, aconselhamos uma mescla destes modelos, por exemplo, se a criança ou adolescente vai a uma escola especial ele deveria ter algum espaço de convivência ou uma atividade paralela em algum grupo com atividades regulares como aulas de natação ou de educação musical. De outro lado, as crianças ou adolescentes portadores da síndrome de Down que freqüentam escolas regulares podem ter um acompanhamento psicopedagógico para ajudar na apreensão dos conteúdos escolares.


Quando os pais não conseguem escolher e sentem um peso muito grande sobre a sua responsabilidade, argumentando de forma legítima que não são especialistas em educação, eles devem buscar um profissional qualificado da área de psicologia ou pedagogia que os ajude a fazer esta opção de forma coerente com o seu modelo de família e levando em conta a singularidade do próprio filho. Pois, uma experiência exitosa para um amiguinho pode ser desastrosa para o seu próprio filho, visto que cada indivíduo portador ou não de síndrome de Down é único.

 

Referências


Fernanda Travassos-Rodriguez é psicóloga e terapeuta de família, doutoranda em Psicologia Clínica na PUC-Rio. www.portalsindromededown.com

 

http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=10878&cod_canal=33 acesso 29/11/2009

http://sun20.files.wordpress.com/2009/03/v-congresso-brasileiro-sobre-sindrome-de-down-2271.jpg acesso 29/11/2009

 

:: Postado por interacaototal às 01h19

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Tecnologias Assistivas

Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover vida independente e Inclusão.

Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.

Na criança Down, em geral, todo o trabalho cerebral se processa mais lentamente. A atenção é menor, ou seja, não se concentra o tempo suficiente para guardar as ordens dadas. Há uma fadiga muito rápida e com o cansaço, a energia necessária para manter a concentração, desaparece. Existe uma grande dificuldade para atividades mais prolongadas, sugerindo-se então para seu melhor desenvolvimento, uma atividade que seja encaminhada a um processo de estimulação.

Nesse contexto percebermos importância das tecnologias assistivas, pois irão auxiliar no processo de aprendizagem. O professor poderá utilizar o computador com atividades que incluam vários meios para chamar a atenção da criança a ponto de prender mais sua atenção, um exemplo disso são softwares educativos que trabalham tanto o campo visual como o auditivo. E se essas novas propostas integrativas e tecnológicas forem apropriadas beneficiarão todos os alunos de uma turma e não apenas as pessoas com alguma deficiência mental, daí então a importância das tecnologias como uma ferramenta, visando contribuir significativamente para a aprendizagem das pessoas.

Apesar das vantagens do uso da informática no processo de ensino-aprendizagem, ainda há uma lacuna entre o desenvolvimento de softwares educacionais e seu uso efetivo nas instituições de ensino brasileiras. O aprendizado proporcionado por esta aplicação representa uma base para o convívio social e também para aprendizados futuros das crianças com Síndrome de Down. Além do aprendizado do conteúdo proposto, alguns  softwares podem proporcionar o desenvolvimento de algumas habilidades como: criatividade, raciocínio, coordenação motora e obediência a instruções orais. Além do desenvolvimento das áreas cognitivas, afetiva, lingüística, social, moral e motora, contribuindo para a construção da autonomia.

No entanto o desenvolvimento de um software aplicado à área educacional exige a participação de uma equipe multidisciplinar, como especialistas em computação, designer e pedagogia. Cada especialista contribui com uma parte no desenvolvimento do software. Dessa forma pesquisas revelam que as atividades desenvolvidas com o computador, através dos softwares educativos, têm provocado um impacto marcante na vida desses educandos, enriquecendo sua capacidade intelectual, seu sentimento de auto estima, e colocando-os em contato com sua capacidade de aprender cognitiva e emocionalmente.

 

:: Postado por interacaototal às 01h18

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Depoimentos e Videos Interessantes

O clip e a música são uma lição de vida para qualquer um.

 

O vídeo abaixo apresenta o depoimento de um jovem com Síndrome de Down que venceu através do esporte.

Os links abaixo também são de vídeos com depoimentos de jovens com Síndrome de Down e também de pais. Vale a pena conferir, é realmente uma lição de vida.

http://www.youtube.com/watch?v=TzHlPIQZsrs&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=XvBv9RaiPkU&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=hcJ9Jf4zNoo&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=bg7Pv1HmBEo&feature=related

:: Postado por interacaototal às 01h00

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Roteiro de Inclusão

Será postado ao final do seminário.

:: Postado por interacaototal às 00h58

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